De mil espinhos colchão se faz o confortável sono do monge tigre que habita na ilha mais isolada, suspensa em cor-de-rosa cabelos, tecidos por verdes gritos de esperança reflectidos em espelhos de nada.
Isto não anda para modas, o pito sempre preferiu esfregas, mas como ele vai à HM também sabe se vestir a preceito, seja para o prato de entrada, peixe, principal ou sobremesa, … por vezes troca as calças do peixe com as das entradas mas nada que os garçonetes não sorriam com sorriso azeitona e má manteiga, para o pito ou é planta ou então aquilo é queijo meio derretido, sempre foi esquisito com o recheio, mas nesta soXiedade o aspecto tostadinho sempre teve mais credibilidade na moody’s dos galináceos e assim continuo piando de peito feito.